terça-feira, 17 de abril de 2018

1º Post na Casa Nova

E é só mesmo isto que tenho para vos dizer: estamos na casa nova. Só hoje é que activaram a Internet, pelo que não podia deixar de passar aqui para vos dar um "oi" e dizer que estamos bem, mas exaustos e com muita coisa ainda por fazer, pelo que isto vai continuar um pouco em standby, mas eu volto. Prometo que volto.

quarta-feira, 11 de abril de 2018

7 Dicas Para Poupar Mais

Se há coisa que me preocupa e sempre preocupou é conseguir chegar ao fim do mês com algum dinheiro de sobra. Quando trabalhava em Portugal, nem sempre conseguia essa proeza, o que era motivo para me deixar num estado de nervos que só visto, mas enfim, águas passadas. Dá-me alguma segurança saber que tenho ali uma "almofada" para qualquer eventualidade e gosto de saber que estou a poupar para conseguir fazer algumas das coisas que quero no futuro. Quando o meu bisavô era vivo, costumava brincar comigo e chamar-me Salazar, porque dizia que eu contava os tostões todos. E a verdade é que claro que gosto de viver bem, comprar as coisas que gosto, poder viajar, etc., mas poupar dinheiro sempre foi uma prioridade.

Hoje deixo-vos algumas dicas que me ajudam a conseguir manter uma vida financeira equilibrada, espero que as achem úteis!


  1. Estabelecer objectivos: façam uma lista (em papel, porque dá sempre outra motivação ver as coisas por escrito) daquilo que gostavam de atingir a curto, médio e longo prazo. Por exemplo, a curto prazo podem querer poupar para comprar um carro e a longo prazo para uma casa com piscina ou para se poderem reformar mais cedo. Ajuda muito definir prioridades, porque da próxima vez que resistirem a comprar alguma coisa por impulso, em vez de pensarem "bolas, não comprei aquela carteira" vão pensar "não comprei a carteira, mas o dinheiro vai ajudar-me a comprar o carro/viagem/o-que-for". Se tiverem objectivos bem definidos, fica muito mais fácil de manter o foco.
  2. Criar um orçamento: é importante terem noção de quais são as vossas despesas (mais uma vez, ajuda escrever) e criarem o vosso orçamento que, idealmente, deve ser menos do que aquilo que ganham (não compreendo, nem hei-de compreender nunca, pessoas que vivem acima das suas possibilidades). Tentem calcular qual é a percentagem do vosso salário que precisam de gastar todos os meses (calculem sempre com um extra para imprevistos) e vejam quanto é que vão poder poupar, se são 10, 20 ou 30% do que ganham, e ponham esse dinheiro automaticamente de lado assim que receberem.
  3. Criar uma poupança: em Portugal é facílimo criar uma conta poupança, não rendem é praticamente nada, mas enfim, continuam a ser uma boa maneira de poupar dinheiro, quanto mais não seja por aquele dinheiro não aparecer no saldo da vossa conta à ordem - fica mais fácil fazer de conta que não existe e não cair na tentação de o gastar.
  4. Olhar para o extracto bancário: pode parecer um aborrecimento e quase ninguém se dá ao trabalho de o fazer, mas é uma excelente maneira de terem uma noção de quanto andam a gastar e em quê.
  5. Deixar os cartões em casa: é muito mais fácil perder a noção de quanto se gastou com o cartão do que pagando em dinheiro. Se vão ao cinema e não querem gastar mais de 15 ou 20€, levantem esse dinheiro e deixem o cartão em casa. Assim, mesmo que passem por uma montra com uns sapatos maravilhosos, não vão ter outra hipótese além de resistir.
  6. Evitar o centro comercial: quantos de nós não vamos "só dar uma volta" ao centro comercial? É quase pedir para cair em tentação. Já para não falar que não é nada saudável, malta, não faltam jardins, parques, marginais, enfim, Portugal é um sem fim de sítios bonitos para passear de graça.
  7. Estabelecer meses sem compras: tentem estabelecer 2 ou 3 meses no ano durante os quais só vão gastar dinheiro em coisas essenciais, ou seja, nada de maquilhagem, roupa, enfim, estão a perceber a ideia. O mais provável é acabarem a gostar tanto do resultado que queiram repetir mais vezes. E, vamos ser sinceros, quem é que, nos dias que correm, não tem tralha a mais?

Pronto, hoje vamos ficar por aqui, que a pessoa está a ficar idosa e cansa-se cedo. Espero que tenham gostado e se tiverem mais dicas, já sabem, deixem nos comentários.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Clube do Livro #1

2017 foi uma vergonha literária na minha vida, acho que nunca tinha lido tão pouco durante um ano inteiro. Uma vergonha, é o que vos digo. Assim sendo, uma das minhas resoluções para este ano é tentar ler um livro por mês. Eu sei que há quem consiga aviar um livro por semana - também eu já fui assim - mas vamos com calma. Pois bem, de janeiro até agora já consegui despachar 5 e estou a ler o sexto e estou muito orgulhosa. 

Deixo-vos aqui as minhas leituras deste ano:


  1. Gut Reactions - How Healthy Insides Can Improve Your Weight, Mood and Well-Being, Justin & Erica Sonnenburg: este não é propriamente um livro que se leia para passar o tempo, mas é um tema que me interessa bastante e que cada vez é mais debatido (e ainda bem porque é algo que sempre me afectou bastante e tenho aprendido imenso ultimamente). Dentro do assunto, foi dos que mais gostei até hoje. 
  2. Bilac Vê Estrelas, de Ruy Castro: acho que, até hoje, os únicos livros que li de autores brasileiros foram "O Meu Pé de Laranja-Lima" e o "Veronika Decide Morrer", sendo que adorei o primeiro e detestei o segundo. Tenho uma embirração com o Paulo Coelho e a coisa não vai lá nem com molho de tomate. Já sobre este livro do Ruy Castro, tenho a dizer que adorei. A história passa-se no Rio de Janeiro, em 1903, e envolve Olavo Bilac, um grande poeta da época, amigo de José do Patrocínio, que decide construir um dirigível e fazer história. Mas a invenção desperta o interesse de dois socialites franceses, que enviam uma espia portuguesa para roubar o projecto. No geral, é um livro que se lê bem e não tem momentos mortos, o que é bom. Aconselho. 
  3. Contos de Cães e Maus Lobos, de Valter Hugo Mãe: Desde que li "O Filho de Mil Homens" que sou fã do Valter Hugo Mãe. Li este livro de contos numa manhã - lê-se que é uma maravilha. Os contos são pequenos, por isso salta-se rapidamente de uns para os outros. Não adorei todos mas, no geral, gostei bastante do livro. Também adorei as ilustrações que acompanham os contos.
  4. Orgulho e Preconceito, de Jane Austen: Sobre este só tenho a dizer "Onde raio andou a Jane Austen toda a minha vida?". Acho que já toda a gente conhece a história, até eu já tinha visto o filme sem ter lido o livro, e mal eu sabia o que andava a perder. É engraçado ver como as histórias de amor eram tão diferentes há uns anos atrás e mal posso esperar pelo próximo livro da Jane Austen.
  5. Levantado do Chão, José Saramago: Gosto da escrita do Saramago. Acho que tem jeito para contas histórias e que uma pessoa nunca se aborrece a ler o que ele escreve. Este livro não foi excepção: conta a história de João Mau-Tempo e da sua família, trabalhadores agrícolas no Alentejo desde a implementação da república e durante todo o tempo da ditadura. Adorei tudo, excepto a sensação de que durante todo o livro o autor nos está a tentar recrutar para comunistas, mas pronto, é Saramago e uma pessoa já sabe ao que vai. Fora isso, a escrita é excelente e gostei imenso do livro.


E vocês, o que têm andado a ler? Deixem sugestões nos comentários, que são sempre bem-vindas.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

De volta

Fomos passar os últimos dias a Portugal, razão pela qual isto ficou aqui ao abandono. Tinha programado deixar publicações agendadas, mas não deu tempo para isso e também tinha pensado escrever-vos enquanto estivesse em Portugal, mas para isso então é que não deu mesmo.

Entre aniversários (foram 3 em 5 dias), almoço de Páscoa e visitas a familiares e amigos não parámos um segundo. Venho cansada, mas de coração cheio. E diabética, tenho a certeza. Nos últimos anos, tenho aprendido a desligar do trabalho e tem sido uma das melhores coisas que a idade me trouxe. No início da minha vida profissional estava constantemente preocupada com o trabalho, muito às custas da mentalidade de "agradece pela sorte que tens" que temos em Portugal e, mesmo quando não estava no trabalho, estava a pensar nele (e a stressar). Agora já não faço isso, não trago trabalho para casa, até porque ninguém me paga para o fazer. E durante estes dias nem para a caixa de entrada do e-mail olhei. Porque eu trabalho para viver, não vivo para trabalhar.

Agora, cá estamos nós, de volta ao UK, com uma mudança de casa para tratar e o regresso ao trabalho depois das mini-férias, que é já amanhã! 

Espero que tenham todos tido uma boa Páscoa e que continuem por aí a acompanhar as próximas aventuras! (=

quinta-feira, 29 de março de 2018

Perguntas de Salto e Respostas de Alto #8

À semelhança da rubrica "Pedaços de fim-de-semana", esta era uma rubrica que já há algum tempo que eu queria ressuscitar, mas a oportunidade não se dava. Pois bem, acabaram-se as desculpas graças à Uma no Cravo, a minha entrevistada para hoje!

Passo a apresentar:


Nasci no início dos anos 90. Numa segunda-feira de Junho na bela capicua - 1991. Os meus pais decidiram chamar-me Ana Judite mas chamam-me sempre Ju. Cresci em Vizela mas quando penso em casa, penso no Porto, porque fui para lá morar aos 16 anos. Fui atrás de um sonho – ser actriz! Estudei Teatro, pisei palcos... mas depois percebi que precisava de outros sonhos, sonhos que jogassem melhor com a minha realidade. E ando desde então atrás deles. À procura do “meu lugar no mundo”. Os requisitos: Criatividade e Comunicação. Daí o decorrer do meu CV... quiçá, daí a criação do meu Blogue. Sou um ser de personalidade vincada (“mulher do norte”), lágrima fácil e sorriso largo.

1 – Há quanto tempo saíste de Portugal?

Saí de Portugal em Junho de 2017.

2 – O que te levou a tomar a decisão de sair?

Já há muito tempo que queria morar fora do país... Sem prazos ou grandes planos, só pela experiência. Na Faculdade não tinha dinheiro para fazer Erasmus e isso só veio atiçar o bichinho. Quando fui morar com o meu namorado percebemos que ele também tinha essa vontade. Estávamos muito inclinados para Dublin, porque podia oferecer coisas boas em termos profissionais aos dois e já íamos com a língua sabida. Mas, um dia, o meu namorado mandou uns CVs (penso que dois ou três) à sorte a e recebeu uma proposta da Suíça. Enquanto fazíamos planos no ar a vida pôs em cima da mesa o "Querem sair, aqui está, e agora?". E não tínhamos como dizer que não.

3 – A saber o que sabes hoje, voltavas a tomar a mesma decisão?

Sim!!! Nunca me arrependi. Ajuda o facto de termos vindo sem pressões. O nosso lema é "ficamos lá enquanto gostarmos de estar lá". Não tem sido fácil, mas tem sido muito recompensador! Estou muito feliz. Não trocava por nada as coisas que já aprendi e as pessoas que já conheci.

4 – Descreve a tua experiência na Suíça em 5 palavras.

Nunca pensei, mas estou aqui. (5 palavras que resumem mesmo tudo).

5 – 3 coisas que trarias de Portugal, se pudesses (coisas, não pessoas)

O mar, o peixe... e a língua (vale?). (Vale, que eu sou boazinha).

6 – Em que é que sentes que a tua vida mudou para melhor e para pior, com a mudança?

É inevitável falar de saudade. Essa palavra tão nossa. Isso é, sem dúvida, o pior! Perder a capacidade de ter um abraço da família e dos amigos quando nos apetece. Essa ausência de toque é muito triste. Mas o melhor é que vim conquistar uma qualidade de vida que nunca me passou pela cabeça ter em Portugal. E isso permite-me viver mais tranquila, sonhar mais alto e desfrutar muito melhor dos dias que passo lá.

7 – Um conselho que darias a ti própria, se pudesses voltar atrás no tempo:

Segue sempre o teu instinto. É certo que não está sempre certo, ainda assim, está certo na maioria das vezes. (Certo!)

8 – Um conselho para a nossa geração (e para as futuras), dentro e fora de Portugal:

Conseguir as coisas à velocidade de um clique – só na Internet! O sucesso requer tempo, persistência e paciência. E é muito importante sermos sempre fiéis a nós próprios para sermos felizes durante toda essa jornada.

9 – O que achas essencial mudar em Portugal?

Eu já nem vou entrar pelas questões políticas, porque isso é um bico de obra. Vou falar daquilo que cada um pode mudar na sua vida sem depender do outro. Essa coisa de fazer tudo a meio gás. “É suficiente, está bom então!”. Somos um povo incrível, cheio de talentos e capacidades. Mas na hora da acção deixamos algumas coisas só pela metade. E outra coisa– deixar de estar sempre a culpar os outros pelas coisas que falham nas nossas vidas. A mudança tem que partir de nós. Ah, e espero que um dia os empregadores comecem a valorizar os seus funcionários (seja em que área for) e percam essa mania do “ninguém é insubstituível”, porque essa frasezinha tem muito que se lhe diga.

10 – Onde te vês daqui a 5 anos? E daqui a 10?

Absolutamente impossível de responder. Eu não sei onde me vejo daqui a um ano! Estou sempre à espera que a vida me surpreenda. Se voltasse a Março de 2017 e dissesse à Ju “olha, daqui a um ano vais estar a morar em Zurique e a falar alemão”, ela ia rir-se muito da minha cara. Mas bem... Espero continuar a ter dias cheios de amor, espero já ter viajado muito por essa altura e espero ter uma carreira que me concretize e me faça feliz. AH! – E espero ter feito uma festa dos 30 anos memorável! :D





E pronto, malta, espero que tenham gostado da entrevista. Podem também segui-la no Instagram (sigam-na, que ela tem imensa piada!) e no Youtube!

terça-feira, 27 de março de 2018

Pedaços de fim-de-semana #16

Este último fim-de-semana que passou foi toda uma animação, tanto que nenhum de nós conseguiu realmente descansar, mas pronto, não é grave, que vamos a Portugal no próximo fim-de-semana. Aqui no UK é feriado sexta-feira e segunda também, por isso vamos aproveitar.

Então e que fizemos nós este fim-de-semana? Bem, sábado de manhã acordámos cedo para ir a Londres, ao stand onde queríamos ir escolher o nosso carro e onde passámos várias horas a tentar tomar uma decisão (com mais de 8000 carros à venda não é fácil, gente. É como o drama de ter o armário cheio de roupa e "nada para vestir", que nós tão bem conhecemos.). Finalmente, por volta das 14h a decisão estava tomada e pudemos ir almoçar. Estávamos a morrer de fome, por isso fomos almoçar a um centro comercial lá perto (nada de Zara ou H&M, eram só lojas tipo Louis Vuitton, Prada, Gucci, enfim, estão a ver o estilo. Tenho de lá voltar com mais tempo!).


Maquilhagem nova que ando a testar

Adoro este pincel novo da Revolution, é o mais macio que já tive. A maquilhagem ainda está em teste, a ver vamos.

O meu almoço: esparguete à carbonara. Tinha tudo para estar perfeito, mas exageraram na pimenta preta e estava um pouco picante de mais para mim. Mas a fome era tanta que marchou mesmo assim!

Depois do almoço tardio, fui buscar uma caixa de Ben's Cookies (melhores cookies que se vendem aqui, a sério!) e voltámos para o stand para ir buscar o nosso carrinho.

Nhom nhom nhom
Temos aqui uma cookie de chocolate branco e macadamias e 2 cookies de praliné


A sério, olhem bem para isto! (e sim, comi uma cookie dentro do carro novo. Mas não fiz migalhas nem sujei nada,
prometo).

O sábado acabou com um passeio de carro até à casa nova (faltam menos de 3 semanas!) e, a seguir, com um jantar no pub. Não tirei fotos, porque estávamos demasiado cansados e só queríamos comer e conversar. Mas, se interessar a alguém, comi fish and chips. Não, não foi um fim-de-semana nada saudável.

Domingo de manhã, Saramago, leite de amêndoa com cevada e as flores que uma paciente me ofereceu na semana passada.

Ainda de manhã, e porque estávamos com muita vontade de andar no nosso carrinho outra vez, fomos ao Tesco fazer as nossas compras para a semana.

Mini-pimentos, que achei amorosos e trouxe para as nossas marmitas da semana.

O nosso filme de domingo à tarde. Queríamos ter ido ao cinema, mas decidimos adiar (mais uma vez) porque estávamos mesmo muito cansados.


Lanchinho de domingo: cookies do Ben's Cookies (what else?) e chá de curcuma, laranja e anis.


Depois de tanta porcaria, só havia espaço no meu estômago para uma saladunfa com frango desfiado. E, mesmo assim, o espaço não era muito.

Pronto, pessoas, por aqui o fim-de-semana foi assim. Já sabem que a melhor maneira de acompanhar todo o meu dia-a-dia por terras de Sua Majestade é aqui. No próximo fim-de-semana vamos a Portugal, como já disse, por isso sigam-me por lá, que é sempre giro. 

Já agora, não se esqueçam de ir ao blog da Uma no Cravo, onde participei no seu último post!

segunda-feira, 26 de março de 2018

Novos começos

A menos de 3 semanas de mudarmos de casa (tão felizes, malta, tão felizes!), não nos faltam coisas para tratar. Mudanças são sempre uma roda-viva, mas sabem tão bem!

Entretanto, este fim-de-semana conseguimos, finalmente, comprar um carro. Andávamos há meses neste "vai-não-vai" e, pronto, foi desta. Lá fomos nós, no sábado, ao CarGiant, o maior stand de carros usados do mundo (segundo dizem eles) e eu tinha dito ao homem que não saíamos de lá sem carro, desse por onde desse. E pronto, deu e deu muito bem, porque logo nesse dia voltámos para casa no nosso Bolinhas. Ainda nos faz muita confusão termos de conduzir do lado contrário ao que estamos habituados, mas lá chegaremos! Pelo menos, ainda não atropelámos ninguém, o que já é um ponto positivo.

E porque não há duas sem três, a última boa notícia é que a primeira viagem do ano está marcada! Foi dos momentos mais felizes da minha semana, sem sombra de dúvida. Já temos voos, hotel e carro alugado, só falta esperar que chegue o dia! Ainda não vou dizer onde vamos, mas na altura prometo que vão saber tudo. Até lá ainda vamos a Portugal duas vezes e devemos ir dar uns passeios aqui por Inglaterra, que isto é terra que tem muito para ver.

Agora que já partilhei aqui as últimas novidades, resta-me desejar-vos uma boa semana!