segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

6 Factos Sobre Mim

Ontem fiz uma pequena sondagem no Instagram, eram literalmente meia dúzia de perguntas sobre mim, com duas opções de resposta cada uma e foi um pouco triste, ali já a roçar no vergonhoso, porque ninguém acertou em tudo. Não, vocês não estão a perceber a gravidade da situação, porque se não posso levar a peito que pessoas que não me conhecem de lado nenhum não saibam certas coisas sobre mim, OS MEUS PRÓPRIOS PAIS não foram capazes de acertar em tudo. Nem as minhas irmãs. Nem os meus primos. Nem ninguém, basicamente. 

Mais à noite, obriguei o homem a responder e ufa, ele conseguiu acertar em tudo. Hesitou numa pergunta, mas acabou por dar a resposta certa, e ainda bem, senão ia haver divórcio ainda antes do casamento.

Adiante.

Eu achava que partilhava imensa coisa aqui convosco, especialmente no Instagram, mas parece que não e, como tal, decidi escrever um destes textos com factos sobre mim que, coincidentemente, são as respostas às perguntas de ontem. Nada cliché, nada visto já 500 vezes.


  1. Odeio neve. Pronto, imagino que muitos aí desse lado já se estejam a benzer e a achar que sou filha do Belzebu, mas é a verdade, odeio neve. Sim, é muito bonito ver a neve a cair. Sim, é muito bonito ver tudo branquinho. Mas e sair para trabalhar quando está a nevar? Melhor ainda, e quando a neve começa a derreter? Sabem o que é neve a derreter? É basicamente lama, só que extremamente escorregadia. Os anos de vida que se perdem a tentar andar 10 metros sem acabar com uma fractura exposta numa perna. É todo um stress, senhores, todo um stress.
  2. Café. Que levante a mão quem já me viu a beber café. Então? Ninguém? Pois, pois não. Porque eu não bebo café. "Ah, Sofia, mas bebes meias de leite e Cappuccinos". Sim, e regra geral aquilo leva com tanto adoçante (ou açúcar mesmo, à falta de melhor) que já nem se pode considerar café.
  3. Eu já vivi em 3 países. São eles Portugal, França e Inglaterra.
  4. Eu não consigo piscar o olho. "Ah, é só treinares em frente ao espelho que acabas por conseguir". Hum, não, não é. Porque eu passei mais de 20 anos a fazer isso (às vezes ainda faço, confesso) e, até hoje, nunca consegui piscar o olho.
  5. Prefiro dourado a prateado. Não é que não goste de prateado, porque gosto e a prova disso é que escolhi um anel de noivado em ouro branco em vez de amarelo, só que 99% das vezes vou para os tons dourados, porque acho que ficam muito melhor, tanto em mim como na minha casa.
  6. Não passo um dia inteiro em pijama. Nunca. Mentira, aconteceu uma vez, mas estava a morrer com uma infecção renal que me tinha sido mal diagnosticada e não me segurava nas pernas, pelo que não me conseguia vestir. E foi a única vez em que isso aconteceu, que isto não é qualquer gripezinha que me impede de tirar o pijama e me prende à cama. Muita gente não compreende isto e acha ridículo, mas eu fui criada assim, a ter de estar lavada e vestida quando me chamassem para almoçar e não é agora, com quase 30 anos, que vou mudar. Até porque não vejo necessidade nenhuma de o fazer. 
E pronto, agora que estão todos muito mais informados sobre a minha mui nobre pessoa (cof* cof*), aposto que até vão dormir melhor. Estou a brincar, bien evidemment, mas achei que seria engraçado vir dar uma explicação mais detalhada destas coisas sobre as quais questionei os meus seguidores ontem e, portanto, cá está ela. 

Boa semana a todos!

sábado, 20 de janeiro de 2018

5 Coisas Essenciais Para O (meu) Fim-de-semana

Há algumas coisas que fazem o fim-de-semana ter aquele gostinho especial. Claro que o facto de não se trabalhar (para quem não trabalha ao fim-de-semana, óbvio), de se poder dormir mais um bocado e passar dois dias na real pastelice já são meio caminho andado para fazerem do sábado e domingo dois dias de felicidade plena, mas há outras coisas que, pelo menos a mim, não podem faltar.


  1. Um bom filme. Não há um fim-de-semana em que não se veja um filme aqui em casa. Hoje escolho eu, para a semana é ele e vamos fazendo assim. Há algo de muito reconfortante em estar enrolado no sofá, quentinhos, a ver um filme, enquanto a chuva bate nas janelas.
  2. Um lanche a dois. Ou um pequeno-almoço, mas como o homem tem alguma dificuldade em sair da cama de manhã e eu não o quero acordar, acaba por ser quase sempre o lanche. Regra geral, fazemos um bule de chá (andamos viciadões em chá de gengibre e limão, mas não somos esquisitos) e torradas com manteiga, para estragar a dieta (não é que faça imensa diferença, mas ao menos o pão é integral).
  3. Caminhar. Gostamos os dois de andar a pé. Bem... eu gosto. E muito. Não tenho a certeza se ele gosta ou se só o faz por uma questão de saúde, mas faça sol ou faça chuva, todos os fins-de-semana vamos caminhar. Durante a semana não temos ido, porque anoitece muito cedo e está muito, muito frio, mas venha daí essa primavera, que voltamos à rotina normal. De qualquer maneira, sábado ou domingo à tarde vamos sempre andar a pé. Estabelecemos um mínimo de 5km por caminhada e, regra geral, acabamos por fazer mais um bocadinho do que isso.
  4. A minha agenda. Aproveito sempre estes dias para organizar a semana: o que há para fazer, quando é que vou ter tempo de treinar, verificar se tenho alguma coisa marcada, listas de compras, etc. Habituei-me a manter uma agenda (física, em papel) e já não passo sem ela.
  5. A minha manta. Sou decididamente incapaz de passar um dia inteiro em pijama, mesmo que saiba de antemão que não vou sair de casa. Posso vestir uma roupa confortável, mas pijama não, pelo amor da santa. E pelo amor da minha mãe e da minha avó, que teriam um pequeno breakdown nervoso, se soubessem que eu tinha passado um dia inteiro de pijama sem estar gravemente doente. Mas a minha manta, ninguém me tira. Tenho para mim que as mantas foram das melhores invenções de todo o sempre: são quentinhas, confortáveis e agora até servem como objecto decorativo, de tão giras que são.

Posto isto, tenham um óptimo fim-de-semana! E, já agora, o que não dispensam para os vossos dias de descanso?

Foto daqui. Mas, por falar em foto, não se esqueçam de seguir o instagram do blog!

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

ACMA - Maneiras de Mudar o Mundo


Começar o ano a falar de maneiras de mudar o mundo parece-me perfeito. É aquela altura em que toda a gente está super motivada para ser diferente, todos têm vontade de evoluir, de serem melhores pessoas em todos os aspectos que isso possa abranger e, portanto, é também a melhor altura para tentar fazer passar mensagens de temas que envolvam a palavra mágica: “mudar”.

Se há coisa que me irrita é ouvir “não adianta fazer nada, porque não vou ser eu a mudar o mundo” (quem nunca?). Não é uma pessoa sozinha que vai mudar o mundo e toda a gente sabe isso. Mas se uma pessoa fizer o esforço, se calhar vai influenciar uma meia dúzia de pessoas a fazerem o mesmo. E depois cada uma dessas pessoas pode, por sua vez, influenciar outra meia dúzia e a coisa vai indo por ali fora, gradualmente, é certo, mas é assim que as mudanças acabam por acontecer. É assim que as sociedades vão evoluindo, adoptando novos comportamentos.

Não importa qual seja o assunto, se é para fazer acções de voluntariado (de verdade, não só porque “fica bem no CV”),  começar a fazer a separação do lixo em casa, deixar de fumar, fazer uma doação, apoiar uma boa causa (seja ela qual for), ser um ombro amigo para alguém chorar, começar a ser mais civilizado no trânsito, enfim, podia estar aqui uma vida inteira a enumerar todas as coisas que se podem fazer pelo bem comum. Podem não mudar o mundo, mas vão fazer a diferença. Se essa diferença é pequena ou grande pouco importa, é uma diferença, é um avanço, é uma melhoria. E isso vale sempre a pena.

Quando alguém tem uma boa atitude para convosco, não se sentem mais dispostos a retribuir? Ou a fazer o mesmo por outra pessoa? Eu sinto. E às vezes é tão fácil melhorar o dia de alguém. Basta um sorriso, um obrigado, uma palavra mais simpática. Não dá trabalho nenhum e é assim que conseguimos marcar a diferença. É sendo a melhor versão de nós mesmos que conseguimos mudar o mundo. Ou, pelo menos, dar os primeiros passos para que o mundo mude. Porque é muito mais simples mudar quando se tem um bom exemplo a seguir. Sejam vocês esse bom exemplo, porque se formos todos bons exemplos em, pelo menos, uma coisa, então o mundo vai ser, sem dúvida, um lugar melhor.


"Sobre o projeto A Cultura Mora Aqui

Criado pela Ju, do blog Cor Sem Fim, o projeto A Cultura Mora Aqui - ou ACMA, para abreviar - tenciona, tal como tenho vindo a referir nos meses anteriores, trazer a cultura de volta à internet com temas mensais ou bimestrais. Para participarem, só têm de enviar um e-mail com os vossos dados para acma.cultura@gmail.com - aproveito para repetir que não vamos falar sobre outfits, maquilhagem, moda, etc, e que qualquer um de vós pode participar, não sendo obrigatório fazê-lo todos os meses. Para não perderem nenhum post, já podem seguir página do ACMA no facebook e a Revista."


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Coisas da vida

Eu não gosto de trazer para o blog assuntos dramáticos, nem reflexões demasiado filosóficas - guardo isso para o meu dia-a-dia, porque este blog é um escape e, como tal, tento com que seja leve e descontraído. Como eu. #sóquenão

Estou a escrever-vos isto no meu quarto de hotel em Manchester, para onde vim domingo à noite e que vai ser a minha casa até quarta-feira, porque vou estar aqui em formação. Não estou a adorar Manchester, não é que a cidade em si seja feia, que não é, mas tem um claro problema de falta de iluminação, demasiada chuva (e isto dito por alguém que viveu 25 anos no Porto) e demasiados sem-abrigo (mais que Londres). 

Como vim para aqui sozinha, dei por mim com muito tempo livre e ninguém com quem falar e não estou a gostar nada. Foi como voltar atrás no tempo ao último ano em que vivi em Troyes, quase completamente sozinha, em que chegava a casa ao fim do dia e só tinha as paredes e os móveis para me receberem. 

Só quem passa por estas coisas é que pode compreender. Eu não sou propriamente a pessoa mais social e extrovertida que existe, mas também não me dou nada bem na solidão. Gosto de companhia. E nestes dias aqui tenho dado por mim a sentir-me muito grata por, finalmente, não estar a viver sozinha. Por estar a viver e a construir uma vida com a pessoa que amo e por estes dias sem companhia serem passageiros. São só até quarta-feira. E é tão bom saber que vão ter fim. O desesperante dos meus últimos tempos em Troyes, antes de termos tomado uma decisão para resolver a nossa vida, era não saber quando é que a situação ia mudar. Mas mudou e ainda bem.

Posto isto, tenho duas coisas a dizer:

Em primeiro lugar, a maior parte das pessoas é bastante compreensiva no que diz respeito à minha escolha de ter emigrado. No entanto, de vez em quando lá vem o comentário parvo para me tentar fazer sentir mal. Sim, eu escolhi emigrar. Não porque queria e quem me dera a mim que a situação em Portugal tivesse melhorado o suficiente para eu poder voltar, mas não melhorou. E sim, eu adoro a minha família e os meus amigos, mas viver sempre com a corda à volta do pescoço ou, pior ainda, viver de subsídios ou da ajuda dos meus pais não dá para mim. E tive de escolher deixar o país. Só eu sei o quanto me custou e o quanto me custa. Não estou arrependida, a minha vida melhorou imenso, tive oportunidades de carreira que nunca teria tido em Portugal e, a quem interessar, deixo-vos aqui a frase do meu pai: "Vejo-te mais agora do que quando estavas cá". Porque eu agora vou ao Porto com tempo, dinheiro e disposição para conseguir aproveitar a minha cidade e a companhia das pessoas. Portanto, comentários estúpidos vão ser eliminados, ok? "Ah e tal, mas o tempo da censura já passou". Sim, passou. Mas o blog continua a ser meu, portanto, só é publicado o que eu quiser.

Em segundo lugar, tem-me valido muito o Instagram nestes dias. Um grande obrigado a toda a gente que me tem mandado mensagens, vocês são uns fofinhos e têm-me feito imensa companhia. Um obrigado especial à i., que até me mandou sugestões de coisas a visitar. Quem tem seguidores assim, tem tudo. São poucos, mas bons! Bons, não. Muito bons!

E pronto, era só isto. Tenham um resto de um bom dia (=

sábado, 13 de janeiro de 2018

De volta

Não sei se repararam, mas isto esteve um pouco parado durante esta semana que passou. Porquê? Porque eu fui a Portugal e não consegui vir aqui escrever nada para vocês. Vá, todos em coro: Ooooohhhhh.

Eu sei, eu sei que sentiram imenso a minha falta, mas podem secar as lágrimas, que eu estou de volta. 

A semana passou a voar, não houve um dia em que não tivéssemos não uma, mas várias visitas para fazer, o que acaba por se tornar bastante cansativo, mas também era do que estávamos mesmo, mesmo, mesmo a precisar.

Agora, de volta ao UK, tenho de ir amanhã para Manchester para uma formação de 3 dias, os resultados das minhas análises de sangue estão prontos e acho que não falta mais nenhum papel para eu poder começar a trabalhar (finalmente). Entretanto, tenho papéis suficientes em casa para forrar as paredes, caso um dia me apeteça. 

Posto isto, desejo-vos um bom fim-de-semana e, já sabem, podem seguir-me aqui para estarem sempre a par do que por cá se vai passando.


domingo, 7 de janeiro de 2018

Sunday Wishes #24

Vá, digam lá a verdade, quantos de vocês têm "emagrecer" como resolução de 2018? Emagrecer, voltar ao ginásio, começar a correr e a comer melhor, chamem-lhe o que quiserem, mas quase toda a população mundial decide ficar em forma nesta altura. Eu não tenho como objectivo emagrecer, mas tenho "continuar a treinar". 2017 foi um bom ano para mim, consegui manter um bom nível de exercício físico e quero que isso continue (e melhore!) em 2018. 

E o que é que ajuda imenso na hora de ter motivação para treinar? Roupinha gira. Por acaso, estou a precisar de investir em algumas peças para o ginásio e o que não falta, actualmente, é oferta! Sendo assim, deixo-vos aqui com algumas das coisas que gostei e que me iam deixar bem mais animada na hora de me equipar para fazer exercício!


sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Ainda sobre a passagem de ano em Londres: as fotos

Não tenho muito a acrescentar ao que já foi dito: estava muito frio e preferia ter ficado em casa,  a ver o fogo-de-artifício na televisão. Mas, como não foi isso que fiz, pude tirar fotos, que vos vou deixar aqui para verem!

London Eye, umas horas antes da meia-noite